My Polyglot - The real polyglot Podcast and News in Slow Languages

May 01 2019 26 mins 426

My polyglot will take the interview to the next level, polyglots will be invited to use their target languages. Why should all the polyglots be interviewed in English? Is English the official polyglot language? Welcome to MyPolyglot, podcast and News in Slow Languages This is a different polyglot Podcast, it’s perfect: – If you like languages, – If you want a website with slow and easy language, -If you want to get inspired by other polyglots and language learners; -If you want to listen a Polyglot speaking a language other than his native one. Share the idea! Be my guest or/my host(ess)!


















(News in Slow French) La valeur des émotions positives
Oct 10 2017 7 mins  
Francesco, Jersey City, New Jersey, U.S. La valeur des émotions positives La science émergente de la psychologie positive commence à comprendre pourquoi il est « bon » de se sentir « bien ». Vous êtes une grande figure de la psychologie positive. Comment est né ce champ d’étude et en quoi consiste-t-il ? Permettez-moi de commencer par vous raconter une histoire. Dans les années 1930, quelques jeunes religieuses catholiques furent invitées à écrire un essai personnel sur leur vie. Elles y évoquèrent les événements marquants de leur enfance, les écoles qu’elles avaient fréquentées, leurs expériences spirituelles et les influences qui les avaient poussées à entrer dans les ordres. Destinées à l’origine à évaluer le trajet de carrière de chacune d’elles, ces biographies finirent par être archivées, puis tombèrent dans l’oubli. Plus de 60 ans plus tard, les documents refirent surface lorsque trois psychologues de l’université du Kentucky décidèrent de mener une étude sur le vieillissement et la maladie d’Alzheimer. Deborah Danner, David Snowdon et Wallace Friesen les lurent et en évaluèrent le contenu émotionnel positif, consignant dans leurs analyses toutes les marques et autres manifestations de bonheur, d’intérêt, d’amour et d’espoir. Les résultats furent remarquables : les nonnes qui avaient exprimé le plus d’émotions positives ont vécu jusqu’à 10 ans plus longtemps que celles qui en ont exprimé le moins ! Un gain d’espérance de vie considérablement supérieur à celui des personnes qui arrêtent de fumer…   Cette étude n’est pas un cas isolé. Plusieurs autres scientifiques ont également démontré que les personnes qui se sentaient bien vivaient plus longtemps. Comment l’expliquer ? Des réponses nous viennent du champ ouvert par la psychologie positive, une branche des sciences psychologiques ayant émergé il y a environ quinze ans, à l’initiative de Martin E. P. Seligman, alors président de l’American Psychological Association (APA).   Au début de son mandat comme président de l’APA, Martin Seligman fit le bilan du domaine de la psychologie et de ses principales avancées cliniques. Bien que la psychologie ait démontré son efficacité dans le traitement de patients atteints de différentes maladies mentales, elle ne disposait virtuellement d’aucun moyen scientifiquement reconnu pour aider ces personnes à évoluer, à grandir et à s’épanouir. Seligman entendait corriger ce déséquilibre lorsqu’il proposa le concept de « psychologie positive » avec l’aide du psychologue Mihaly Csikszentmihalyi, père de la notion de « flux » ou d’« expérience-flux optimale ». Seligman ouvrit alors la discipline aux scientifiques dont le travail pourrait être décrit comme s’intéressant à « ce qui fait que la vie vaut d’être vécue ».   Voilà comment tant de psychologues, dont moi-même, ont été attirés dans le champ de la psychologie positive. Je suis pour ma part spécialisée dans l’étude des émotions. Pendant plus de 10 ans, j’ai étudié les émotions positives (la joie, la satisfaction, la gratitude et l’amour) afin de mieux comprendre leur rôle et leur importance dans la perspective évolutionniste.   Pour exploiter tout le potentiel de la psychologie positive, il nous faut comprendre l’importance de « ce qui est bon ». Mais même si savoir que nous pouvons vivre plus longtemps en cultivant la pensée positive et en veillant à nous sentir bien dans notre peau est en soi une découverte extraordinaire, elle apporte au moins autant de questions que de réponses. Comment la pensée positive et les sentiments favorables nous aident-ils à vivre plus longtemps ? Et en dehors de la longévité, améliorent-ils aussi notre qualité de vie ? Pourquoi les émotions positives sont-elles inhérentes à la nature humaine ? Barabra Fredrickson sera en conférence à Paris le 29 Mars suivi d’un atelier le 30 Mars.


(News in Slow Portuguese) O tratamento experimental para câncer que devolveu a cor aos cabelos dos pacientes grisalhos
Oct 10 2017 54 mins  
Jimmy Mello – Portuguese – BR O tratamento experimental para câncer que devolveu a cor aos cabelos dos pacientes grisalhos Estudo espanhol sobre efeito de combinação de três drogas imunoterápicas surpreende pesquisadores com efeito colateral Pacientes grisalhos que participaram de testes para um novo tratamento contra câncer terminaram o experimento sem fios brancos. Dos 52 pacientes com câncer de pulmão, 14 recuperaram a cor de cabelo de quando eram mais jovens. A queda dos fios é um efeito colateral comum em tratamentos de quimioterapia, já a mudança da cor do cabelo pegou os pesquisadores de surpresa. “Foi um efeito colateral totalmente inesperado”, explicou à BBC Mundo Noelia Rivera, dermatologista da Universidade Autônoma de Barcelona e coautora do estudo. Quando o primeiro paciente consultou os pesquisadores sobre essa transformação, a equipe acreditava se tratar de um caso isolado. Mas ao conversar com outros pacientes e analisar fotos feitas antes e depois do tratamento, concluíram que as drogas Keytruda, Opdivo e Tecentriq, usadas em tratamentos de imunoterapia contra o câncer, provocavam de fato a mudança. Em 13 pacientes, o cabelo se tornou castanho escuro ou negro e em um 14º, apenas algumas áreas do cabelo ganharam a nova cor. Os outros 38 pacientes ou não eram grisalhos na época do tratamento ou não notaram mudanças. Os pesquisadores não souberam precisar se todos os pacientes que perderam os cabelos brancos ganharam fios iguais ao da juventude ou mais escuros. “Os pacientes dizem que é a cor que tinham quando jovens, mas como a maioria da nossa população (na Espanha) tem o cabelo castanho escuro ou preto, e como não tivemos loiros no estudo, não podemos dizer com absoluta certeza de que não se trata simplesmente de um escurecimento (do cabelo)”, explica Rivera. Um fator interessante associado à mudança de cor do cabelo é que isto parece indicar que o tratamento está funcionando para o paciente. Todos – com exceção de um – dos 14 pacientes que manifestaram uma mudança de cor responderam bem ao tratamento. No entanto, Rivera esclarece que isto ainda está no campo da especulação, já que o estudo ainda não foi concluído, e o tratamento ainda está em fase de testes. O que muitos se perguntam agora é quais são as possibilidades de desenvolver um tratamento para reverter cabelos brancos a partir desta descoberta. A princípio, explica a pesquisadora, este medicamento não pode ser usado em pessoas saudáveis para fins estéticos porque tem efeitos colaterais sérios. O tratamento de imunoterapia estimula o sistema imunológico a combater o câncer. Isso porque os tumores conseguem desativar o sistema de defesa do corpo, que passa a não reconhecê-los como uma ameaça. A droga injetada pela corrente sanguínea faz com que as células de defesa continuem funcionando. Como estimula o sistema imunológico, o medicamento tem provocado reações nas quais as células de defesa de alguns pacientes atacam o próprio organismo, provocando doenças autoimunes. “Ele pode provocar doenças autoimunes do sistema endócrino, pode alterar a tireoide e outros órgãos, as glândulas suprarrenais, a hipófise, pode afetar o fígado de forma autoimune…”, lista a pesquisadora. Além disso, o tratamento é bastante caro. Segundo a organização Cancer Reserach UK, ele chega a custar £ 100 mil (R$ 412 mil) por ano. No entanto, Rivera destaca que se for encontrado o mecanismo molecular responsável por mudar a cor do cabelo, seria possível desenvolver um fármaco mais seguro com essa intenção específica. sa do corpo, que passa a não reconhecê-los como uma ameaça. A droga injetada pela corrente sanguínea faz com que as células de de...






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