May 20 2019 28 mins 226
No episódio de hoje, as repórteres caminham pela região da zona portuária do Rio de Janeiro conhecida como Pequena África, onde encontram traços das riquezas que a cultura negra deixou para a identidade nacional e se deparam com um universo repleto de música, arte, religião e resiliência.
Muitos livros de história relatam que foi ali que desembarcou a família real portuguesa em 1808 e que o local abrigou o maior porto negreiro das Américas onde mais de 700 mil negros escravizados chegaram ao Brasil. Mas poucos brasileiros sabem, por exemplo, que a região portuária e alguns bairros do seu entorno são também conhecidos como Pequena África. O nome foi dado pelo compositor Heitor do Prazeres no começo do século 20 por ser um reduto que abriga grandes marcos da herança africana para o Brasil.
Ali as jornalistas encontram também Gracy Mary Moreira, bisneta biológica de Tia Ciata, mãe de santo que é considerada uma das figuras mais influentes para o surgimento do samba carioca. Essa e outras personagens que circulam pelo Porto mantêm vivas as heranças africanas no imaginário brasileiro.
Ilustração: Juliana Russo
Muitos livros de história relatam que foi ali que desembarcou a família real portuguesa em 1808 e que o local abrigou o maior porto negreiro das Américas onde mais de 700 mil negros escravizados chegaram ao Brasil. Mas poucos brasileiros sabem, por exemplo, que a região portuária e alguns bairros do seu entorno são também conhecidos como Pequena África. O nome foi dado pelo compositor Heitor do Prazeres no começo do século 20 por ser um reduto que abriga grandes marcos da herança africana para o Brasil.
Ali as jornalistas encontram também Gracy Mary Moreira, bisneta biológica de Tia Ciata, mãe de santo que é considerada uma das figuras mais influentes para o surgimento do samba carioca. Essa e outras personagens que circulam pelo Porto mantêm vivas as heranças africanas no imaginário brasileiro.
Ilustração: Juliana Russo